Receba Dicas Exclusivas
de Finanças e profissões
em seu e-mail. [é grátis!]

Finanças Pessoais

Como fazer um PIX?

Como fazer um PIX

Como fazer um PIX

Se você se pergunta como fazer um pix, saiba que ele chegou para facilitar a vida das pessoas, no que diz respeito a transferências de valores, tanto para empresas como para pessoas comuns. No entanto, ainda existem muitas dúvidas a respeito dele.

Até certo tempo atrás, transferir dinheiro entre pessoas, empresas, pagar contas, etc., a qualquer momento e de forma totalmente online, sendo o crédito efetivado na hora, era quase que inimaginável. No máximo, usava-se os TED’s e DOC’s da vida (que ainda existem hoje).

Só que estes recursos de transferência de valores possuem horários específicos para que a transação se efetive no mesmo dia, além de cobrar taxas muitas vezes bem altas, e isso tudo não acontece com as transferências via PIX.

Aqui neste artigo você vai entender melhor o que é PIX, quanto custa enviar/receber um PIX, como fazer um pix (ou seja, como realizar uma transação via PIX) e muito mais. Confira.

 

O Que é PIX?

Por conceito básico, PIX é um meio de pagamento totalmente eletrônico, instantâneo e gratuito. Esta modalidade de pagamento é oferecida pelo BC – Banco Central do Brasil tanto para pessoas físicas como para pessoas jurídicas.

Ele foi lançado oficialmente em 5 de outubro de 2020, tendo iniciado o funcionamento em sua totalidade a partir de 16 de novembro de 2020. Desta data até hoje, a modalidade de pagamento eletrônico PIX só vem crescendo e sendo cada vez mais incrementada.

Para efetivar uma operação de transferência de dinheiro, ou recebimento, a pessoa física ou jurídica precisa ter, necessariamente, uma conta bancária, mesmo que seja apenas uma conta digital.

A partir daí, esta mesma pessoa irá cadastrar uma chave, chave esta que será informada à outra pessoa que quer lhe enviar dinheiro. Tal chave é única e intransferível e é possível cadastrar até três tipos de chaves:

  • O CPF, ou
  • O e-mail, ou
  • O telefone celular.

Há ainda a possibilidade de se cadastrar uma quarta chave, aleatória, que é criada no momento do cadastro. Todo esse trâmite visa simplificar todo o processo de cadastro de informações.

O proprietário da conta pode cadastrar várias chaves em uma mesma conta ou ter chaves específicas para cada conta bancária que possuir.

Dessa forma, basta cadastrar ao menos uma destas chaves ou gerar um QR CODE nos próprios aplicativos e repassar estas informações para terceiros para que as transferências sejam feitas em tempo real e, para pessoas físicas, sem custo.

Antes do surgimento do PIX as únicas opções de transferência de valores no mesmo dia, como já dito aqui inclusive, eram os DOC’s e os TED’s. O primeiro, Documento de Crédito, é uma transferência bancária com limite de valor e só pode ser feita no horário bancário.

Fora deste horário, só há a possibilidade de agendamento para o dia seguinte. O segundo, Transferência Eletrônica Disponível, foi criado pelo Banco Central por volta de 2002 e desde 2016 não possui limite de valores para transferência.

Ambos seguem a mesma regra de horário e podem ter taxas bem elevadas, em alguns casos. Apesar do surgimento do PIX, que facilitou e muito todas estas movimentações financeiras, o TED e o DOC ainda permanecem ativos, só não se sabe ainda por quanto tempo.

De início, o PIX gerou muita dúvida e desconfiança por parte dos usuários, principalmente no quesito segurança de suas próprias informações. Todavia, com o passar do tempo, ele foi ganhando a confiabilidade dos usuários e hoje é muito utilizado por estes.

 

Significado de PIX

Por sua disposição, com três letras, é possível imaginar que PIX represente alguma sigla. Apesar disso, PIX não é uma sigla e não significa nenhum conceito em específico, ou seja, é apenas um nome: PIX.

Recebeu este nome pura e simplesmente porque o termo lembra, de certa forma, tecnologia, transações online e pixels, que são aqueles pontos luminosos em uma tela, segundo o próprio Banco Central do Brasil.

Portanto, PIX não tem nenhum significado em específico, sendo apenas um nome, uma marca dada à um importante recurso tecnológico que visa identificar um novo meio de pagamento bem mais simplificado, efetivo e muito fácil de ser lembrado pelos usuários.

Certo, mas como fazer um pix é sua dúvida certo ? Então continue lendo que logo abordaremos este assunto.

Quanto Custa o PIX ?

Quanto Custa o PIX

Quanto Custa o PIX

Logo quando foi criado, a primeira pergunta que se fez foi: quanto custa o PIX? A primeira impressão foi que o PIX seria mesmo totalmente gratuito, mas isso não é bem verdade.

Ele é gratuito, na maioria das vezes, para pessoas físicas e em alguns casos bem específicos, dependendo ainda da instituição bancária, mesmo para estas pode vir a ser cobrado algum tipo de taxa.

E porque isso? A regra não deveria ser uma só?

De certo que sim, mas, conforme orientações do Banco Central, a determinação de taxas do sistema do BC fica única e exclusivamente a critério de cada instituição financeira que está oferecendo a facilidade PIX aos seus clientes.

 

Pessoas Físicas e MEI

Em tese, a gratuidade do PIX deve ocorrer para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEI’s) exclusivamente nas situações:

  • Realizar um PIX através dos canais digitais, como um app de celular ou através do internet banking;
  • Receber um PIX para transferências de valores.

Segundo o Banco Central ainda, o PIX para pessoas físicas e MEI’s perde a gratuidade nas seguintes situações:

  • Realizar uma transferência via PIX através de um canal de atendimento presencial (como um caixa de banco, por exemplo) ou pessoal (como em um atendimento banking por telefone), quando o PIX estiver disponível nos canais eletrônicos normais;
  • Receber um PIX como forma de pagamento de algum produto ou serviço adquirido.

 

Pessoa Jurídica (Exceto MEI)

Desde que foi criado, as divulgações do PIX diziam que o mesmo seria gratuito para pessoas físicas e poderia ter taxas para pessoas jurídicas. Como visto, a regra é parcialmente esta, podendo haver exceções em todas as situações, pois tudo vai depender da instituição bancária em questão.

Pelo BC, as pessoas jurídicas (exceto MEI’s) devem sim assumir o custo do PIX, conforme regras da instituição onde a empresa mantém conta bancária. Por sua vez, muitos bancos, no intuito de ganharem a preferência de seus clientes, cobram taxas bem reduzidas por cada PIX ou até deixam de cobrá-las.

Essas taxas podem variar bastante, tanto para pessoas físicas como jurídicas, indo dos R$0,50 por transação e podendo chegar aos R$10.

 

O Que é PIX Troco?

O PIX chegou desconfiado, mas rapidamente foi ganhando adeptos e a preferência das pessoas, afinal, as transações comerciais e financeiras ficaram muito mais rápidas, seguras e práticas.

E como não poderia deixar de ser, o PIX foi ganhando novas funcionalidades, tanto para as transferências, como para pagamentos e até recebimento de dinheiro em espécie. Claro que estamos falando do PIX troco.

Toda essa popularidade do PIX foi responsável por esta implementação feita pelo Banco Central, que expandiu as funcionalidades do sistema com opções também de saque e troco e estes serviços já são disponíveis em vários estabelecimentos comerciais pelo país.

 

O PIX Troco

Funciona assim: o consumidor vai escolher um estabelecimento participante e irá passar um valor maior pelo produto que está comprando. O saldo desta transação, este mesmo consumidor pegará em espécie, ou seja, este estabelecimento lhe dará o troco em dinheiro.

Por exemplo: você vai comprar um sapato que custa R$200; ao passar o PIX, em conformidade com o estabelecimento, você faz uma transferência de R$250 e recebe estes R$50 em dinheiro. É tudo bem simples e fácil.

 

O PIX Saque

Tudo bem: e se eu precisar do dinheiro e não quiser comprar nada, é possível? Sim, é sim, através do PIX Saque. O estabelecimento participante vai receber sua transferência via PIX e lhe dará o mesmo valor em espécie, em dinheiro.

Na verdade, estes estabelecimentos irão funcionar como “agentes de saque”, dispensando o uso dos conhecidos caixas eletrônicos ou bancos 24hs. E tudo é feito com o seu próprio celular, sem a necessidade de cartões.

 

Limites e Regras: PIX Troco e Saque

Apesar das facilidades do PIX Troco e Saque, existem alguns limites que precisam ser observados. Estes limites visam, na verdade, a segurança tanto do estabelecimento como da própria pessoa que está solicitando o serviço.

Estas transações todas não podem ser superiores a R$ 500 durante o dia, considerando aqui o período que vai das 6h da manhã às 20h da noite, segundo determinação do próprio Banco Central.

À noite, estes saques não podem ultrapassar os R$ 100 (considerando o período das 20h às 06h).  no período noturno. Outro ponto importante é que o cliente só tem direito a realizar 8 transações deste tipo (tanto Saque como Troco) por mês de forma gratuita.

Se ultrapassar este limite, poderá ser cobrada taxas por cada transação excedente.

Vale lembrar ainda que a adesão, por parte do estabelecimento, é opcional. Isso quer dizer que você precisa saber se este ou aquele estabelecimento permite PIX Troco ou Saque antes de se dirigir ao mesmo para efetuar a transação.

Além disso, não é possível agendar estas transações: elas só podem ser realizadas na hora e no próprio estabelecimento. Os pontos comerciais que aceitarem a modalidade PIX Troco e/ou Saque receberão de R$ 0,25 a R$ 0,95 por cada operação realizada.

Este valor será negociado diretamente entre o estabelecimento e a instituição bancária em que possui conta.

 

PIX Cai na Hora?

Sim, todas as transações via PIX, mesmo utilizando o QR Code, são processadas imediatamente, no máximo em 10 segundos, mas existem algumas exceções.

Em casos de suspeita de fraudes, a instituição bancária pode atrasar este processamento por até 1 hora. Este é o prazo para que os departamentos de segurança responsáveis da instituição bancária realizem todas as checagens necessárias.

Por este motivo, é sempre conveniente aguardar a efetivação do seu PIX por até 1 hora, considerando aqui que o valor transferido já tenha saído da conta de origem.

Esse tipo de procedimento é muito raro e geralmente ocorre quando as transações são feitas com valores muito elevados ou que fujam muito dos padrões do perfil do usuário que está transferindo o dinheiro, o que pode indicar uma fraude ou qualquer outra suspeita.

Se, no entanto, após 1 hora de espera o valor não tenha sido efetivamente transferido para a conta destino, é preciso primeiro verificar se o mesmo não foi devolvido para a conta origem. Em caso negativo, contate uma das duas instituições bancárias para verificar o ocorrido.

 

Agendamento de PIX

O agendamento de PIX também é possível, mas tudo dependerá se o seu banco disponibiliza o serviço. Recomenda-se consultar no próprio aplicativo do seu banco se há essa modalidade ou não.

Se houver, é bom saber que o PIX agendado funciona mais ou menos como uma TED agendada. A grande diferença aqui está no custo, pois no caso do PIX, você não paga nada por esta transferência pré-agendada.

Para utilizar esta modalidade, você precisa acessar o aplicativo ou internet banking de sua instituição bancária e selecionar a opção de agendar pagamento.

Vale a recomendação também de verificar, na data/hora programada, se tudo correu bem com a sua transferência e, claro, ter saldo em conta para efetivá-la.

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe um comentário

*

Seja o primeiro a comentar!

Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.

Este site usa cookies e outras tecnologias similares para lembrar e entender como você usa nosso site, analisar seu uso de nossos produtos e serviços, ajudar com nossos esforços de marketing e fornecer conteúdo de terceiros. Leia mais em Política de Cookies e Privacidade.